06/10/2012 22h03 - Atualizado em 06/10/2012 22h03
Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
06/10/2012 22h03 - Atualizado em 06/10/2012 22h03
Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
Exame aponta edema na coxa do capitão Rafael
(Foto: Savio Hermano / Globoesporte.com)
Os jogadores Rafael e Bruno foram submetidos a um exame de ultrassom, nesta sexta-feira, para apontar a gravidade de suas lesões. O capitão sentiu uma lesão muscular na coxa da perna direita durante a partida contra o ASA em Arapiraca e teve que deixar o campo aos 18 minutos do segundo tempo. Já o volante azurra sentiu incômodos no mesmo local após o o último confronto da equipe, em Alagoas.
O resultado do exame dos dois teve o mesmo diagnóstico: edema. Para acelerar o processo de recuperação dos dois titulares da equipe comandado por Argel Fucks, o médico do clube, Luís Fernando Funchal, realizou primeira sessão de PRP (Plasma Rico em Plaquetas) já nesta sexta. Bruno e Rafael também farão tratamentos intensivos com gelo para auxiliar na cura.
Como a lesão de Rafael foi de um nível maior, o tempo de recuperação também será mais amplo. O defensor deve ficar afastado dos gramados de sete a dez dias. ele está fora do compromisso do dia 13 de outubro contra o CRB no estádio da Ressacada.
— Infelizmente tive essa lesão num momento que vinha tendo uma sequência como titular. Foi uma fatalidade. Menos mal que não foi nada mais sério. Agora é tratar para quem sabe voltar no duelo decisivo contra o Atlético Paranaense —, declarou Rafael.
Bruno também não irá participar do embate frente ao CRB . Além da contusão, o volante está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. A expectativa no caso de Bruno é que ele faça uma nova sessão de PRP na reapresentação do elenco avaiano na segunda-feira. Caso demonstre evolução, pode até voltar aos trabalhos físicos na quarta-feira, dia 10 de outubro.
— Como já não poderia participar do jogo contra o CRB por estar suspenso vou aproveitar esse período para tratar bem certinho e voltar com força total na reta final —, declarou Bruno.
LANCEPRESS! - 06/10/2012 - 00:16
Rio de Janeiro (RJ)
| | Nuzman vai conduzir o esporte brasileiro na Rio-2016 (Foto: Bruno de Lima) |
Carlos Arthur Nuzman não deveria estar em todos os cargos que está. Nesta sexta-feira, ao reeleger-se para o quinto mandato no Comitê Olímpico Brasileiro, assumiu a responsabilidade de conduzir o nosso esporte ao maior desafio dos últimos tempos: fazer um papel digno, que nos orgulhe na Olimpíada do Rio, lançando ao mesmo tempo bases sólidas para que o país se transforme de vez numa potência olímpica, além de 2016.
Ele parece ciente disso. Em entrevista logo após ser reconduzido à presidência, reafirmou a meta de fazer do Time Brasil um dos Top 10 no quadro de medalhas do Rio. Tarefa árdua, que já deveria estar muito mais adiantada na formação de nossos atletas. E que vai muito além de conseguir verbas públicas e patrocínios privados.
Ao COB cabe, na visão deste LANCE!, o papel de formulador e de estimulador dos esforços para o grande salto do esporte nacional. Cabe abandonar a prática de atuar de forma fechada, sem aglutinar, sem convocar a sociedade a trabalhar junto visando a nos tirar da vexaminosa posição em que nos encontramos. Afinal, se somos a sexta economia do mundo, se temos a quinta população do planeta, não podemos nos conformar em ficar além da 20ª posição quando se trata de Jogos Olímpicos.
Nuzman poderia se dedicar apenas a isso. Já é trabalho demais. Uma vez reeleito no COB, poderia abrir mão do Comitê Organizador da Olimpíada. Ao Co-Rio caberia uma gestão independente, com participação de amplos setores da sociedade e focada emnão apenas realizar jogos de qualidade, mas deixar para a cidade e todo o país um legado maior, um exemplo que, parafraseando o lema de Londres-2012, inspire gerações futuras.
Este LANCE!, que sempre teve como princípio a defesa da alternância de poder e a profissionalização da gestão esportiva, reconhece o que o dirigente Nuzman já realizou pelo desporto nacional, os avanços que tivemos nos últimos anos – ainda que num ritmo menor do que poderia ser – e sua liderança ao trazer para o Brasil e para o Rio os Jogos de 2016. Seu trabalho na Confederação Brasileira de Vôlei, em especial, é digno de elogios.
Os desafios do presente e do futuro, contudo, não se alimentam do passado. Se tomou a decisão de continuar no COB, se não mostra disposição de deixar o CO-Rio, Nuzman, espera-se, tem a fórmula de vencer estes desafios. A nós, grupo de comunicação que trabalha pelo esporte, ostentando as cores verde e amarela no logotipo, e que nasceu para vibrar com as vitórias do Brasil, cabe desejar-lhe boa sorte.
05/10/2012 23h23 - Atualizado em 05/10/2012 23h41
Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
Cassio pode ficar sem o irmão na dupla de zaga
(Foto: Savio Hermano / GLOBOESPORTE.COM)
Os gêmeos Cássio e Rafael demoraram para entrar no time titular do Avaí. Mas depois que assumiram as respectivas vagas na defesa azul e branca, não largaram mais, apesar da chegada de um ‘concorrente’, vindo do rival Figueirense, o zagueiro Fred. Juntos, com boas atuações, os dois ficaram mais de 200 minutos sem tomar gols, até serem vazados pelo artilheiro do ano, Lúcio Maranhão, e o ASA de Arapiraca.
A parceria caseira, agora, fica ameaçada para a próxima partida. Rafael, com dores na coxa, foi substituído por Fred aos 18 minutos da segunda etapa no último confronto e fará exames para saber a gravidade da lesão. Como a próxima partida, frente o CRB, na Ressacada, será apenas no dia 13, as expectativas de Cássio é ter o irmão novamente ao seu lado.
— Não sei se vai se ele vai ter condições. Acho que vai fazer um exame, mas Rafa é um grande jogador, está em fase muito boa, vinha fazendo grandes partidas e a gente se completava na parte defensiva. Talvez a equipe sinta um pouco, mas temos outros jogadores qualificados para substituir, tem um pessoal treinando forte e tenho certeza que se o Argel optar por qualquer um, quem entrar vai dar conta do recado.
Depois da contusão de Leandro Silva e da partida de Renato Santos para o Flamengo, a torcida avaiana ficou preocupada de como se comportaria o sistema defensivo do Leão. Juntos, porém, Rafael e Cássio mostraram grande entrosamento e ficaram 222 minutos sem tomar gols (sem contar os acréscimos) e mostraram serviço.
— Eu e o Rafa já vínhamos esperando a oportunidade de jogar. Uma vez ele jogava e eu não, depois ao contrário. Ai tivemos uma sequência de jogos, que a gente tentou dar nossa contribuição, acho que tivemos boas partidas. Mas agora passou, temos que pensar na próxima partida contra o CRB e focar porque ainda temos chance do acesso.
Rodrigo Thiesen treinou normalmente
(Foto: Alceu Atherino, divulgação / Avaí FC)
Com o período de dez dias sem jogos pelo campeonato Brasileiro da Série B, a comissão técnica do Avaí optou em fazer um trabalho de reforço muscular nos jogadores. Tanto pela manhã, quanto no período da tarde desta sexta-feira, em Florianópolis, os atletas foram submetidos aos trabalhos comandados por Zé Rodrigues e Alexandre.
A boa nova foi a participação de Rodrigo Thiesen no treino. O volante, junto com Bruno e o zagueiro Rafael sofreram com o mesmo problema de dores na coxa direita após a derrota para o ASA, mas foi liberado para os trabalhar normalmente junto com o restante da equipe. Rafael e Bruno ainda irão passar por exames de ultrassom para detectar a gravidade da lesão.
O próximo compromisso do Avai no Campeonato Brasileiro da Série B será diante de mais uma equipe Alagoas. O confronto, contra o CRB, será válido pela 29ª rodada da competição, a partir das 21 horas, na Ressacada.
Rodrigo Vessoni - 05/10/2012 - 09:13 São Paulo (SP)
O país que receberá a Copa do Mundo daqui a menos de dois anos sangra fora de campo. Já são 43 mortes ligadas ao futebol nesta temporada, sendo a maioria por rixa entre facções organizadas. O ranking da intolerância em 2012 é o seguinte: Ceará (11), Goiás (9), Paraná (4), São Paulo (4), Sergipe (3), Pernambuco (3), Alagoas (3), Rio (3), Pará (2) e Minas Gerais (1).
Da primeira, registrada logo no primeiro dia do ano, em Goiânia, passando por casos em São Paulo e Rio com superexposição na mídia, até chegar à última vítima, que perdeu a vida na última quarta-feira em Fortaleza, dezenas de famílias choraram este ano por conta da brutalidade envolvendo o futebol.
Esse número repugnante se torna ainda mais impressionante ao lembrar o total de mortes desde 1988, quando se tem registro da primeira vítima – palmeirense Cléo, ex-presidente da Mancha Verde. O levantamento do LANCE!, que foi divulgado no último mês de abril com 155, agora, já aponta 191 pessoas que morreram pela violência com futebol. A imensa maioria relacionada à rixa entre as facções uniformizadas, por todo o país.
Um problema que é nacional, mas não vem sendo tratado pelo Governo Federal dessa maneira. Cidades como Goiânia e Fortaleza, que registraram o maior número de vítimas devido às rivalidades locais, sofrem com essa violência descabida, mas a repercussão é apenas regional, com jornais, rádios e TVs locais alardeando essa epidemia – último foi Thiago Sousa de Moraes, o ‘Thiaguinho’, de 30 anos, torcedor do Ceará, foi executado a tiros na sede da facção Cearamor no bairro Porangabuçu. Segundo à polícia, ele recebeu 11 tiros de pistola, a maioria nas costas.
A polícia, que nem sempre consegue encontrar culpados, prefere muitas vezes tentar desvincular as mortes às facções uniformizadas, jogando a culpa para o tráfico de drogas e/ou crimes relacionados a acertos de contas de bandidos. Algo que a rotina da maioria dos assinados não deixa qualquer dúvida.
O problema é nacional, mas as autoridades não parecem cientes!
ALGUNS CASOS EMBLEMÁTICOS DE 2012
1º de janeiro
Vilanovense Henrique Pereira Soares, 18 anos. Mais uma rixa entre as facções Sangue Colorado e Força Jovem.
25 de março
André Alves Lezo, 21 anos, e Guilherme Vinícius Jovanelli Moreira, o Zulu, de 19 anos. Palmeirenses perderam a vida depois de um embate com corintianos.
1º de julho
Diego Henrique Raab Gonciero, de 16 anos, torcedor do Paraná. Integrante da torcida organizada Fúria Independente foi morto em frente à sede da torcida.
16 de setembro
Francisco Ferreira de Sousa, de 32 anos. Torcedor do Ceará, foi torcer contra o rival com a camisa do Paysandu e, do lado de fora do PV, foi assassinado.
Bruno Andrade - 05/10/2012 - 08:30 São Paulo (SP)
O Haiti está longe de ser o país do futebol, mas pode ter no esporte, graças ao projeto Viva Rio, esperança de futuro para jovens que, em grande parte, vivem em condição extrema de pobreza.
Com apoio da Federação Haitiana de Futebol (FHF) e da Fifa, a ONG brasileira gerencia a Academia de Futebol Pérolas Negras, de olho na profissionalização do esporte mais popular do mundo no país mais pobre da América Latina.
A ideia de investir no futebol surgiu dias depois do assustador terremoto que varreu a capital Porto Príncipe em janeiro de 2010. Na ocasião, 200 mil pessoas morreram e cerca de 1 milhão ficaram desalojadas.
Pouco mais de dois anos após a tragédia, dois garotos do Pérolas Negras começam a colher os frutos da ação social. Ricardo Jasinthe, 17 anos, e Mackenson Fenelon, 14, chegaram ao Brasil na última semana para um período de treinos e aulas de português no Audax-SP.
Zagueiro e fã de Thiago Silva, Ricardo vai integrar a categoria juvenil. Se há dois anos ele chorava a perda de pessoas próximas, hoje ele vive a expectativa de jogar a Copa São Paulo de Futebol Júnior em 2013.
– Estou feliz com a chance de iniciar o sonho de ser jogador de futebol. Quem sabe, no futuro, eu possa ajudar minha família e ter sucesso como profissional. Hoje, minha família é o Fenelon. Queremos nos tornar os orgulhos do Haiti – declarou.
Tímido e de família humilde, Fenelon sequer tinha uma chuteira antes de conhecer o Pérolas Negras. Mas para o meia as dificuldades ficaram no passado. Apesar da timidez, ele tem personalidade forte.
– Não gosto do Neymar, acho que ele enfeita muito. Mas cada atleta joga de uma maneira. Quero mostrar o meu valor aqui no Brasil e provar que os haitianos têm qualidade – disse o jovem, que vai atuar na divisão infantil.
Juntos, Ricardo Jasinthe e Mackenson Fenelon representam a esperança para o sofrido povo haitiano. São verdadeiras pérolas negras prontas para brilhar.
Bate-Bola - Coronel Ubiratan Angelo (Coordenador do Viva Rio no Haiti)
LANCENET!: Como surgiu o projeto de investir no futebol haitiano?
Ubiratan Angelo: A paixão do povo haitiano pelo futebol é uma coisa espetacular. Eles são apaixonados pelo Brasil. Pensando nessa paixão, resolvemos investir no esporte e, assim, aumentar o leque de oportunidades profissionais no país. Com parcerias, começamos a buscar e potencializar novos talentos.
LNET!: Acredita no talento do jogador haitiano? Eles têm qualidade?
UA: O Haiti é conhecido pelo futebol de rua. Lá, temos campeonatos nacionais desta modalidade. Eles têm um jeito alegre e descontraído de jogar bola. Existem diversas pérolas negras dentro das ostras no Haiti. Queremos achá-las.
LNET!: O Ricardo e o Fenelon têm noção da oportunidade que receberam?
UA: Eles são jovens e querem crescer na vida. Os dois não têm a perfeita noção da oportunidade, mas entenderam a mudança. Eles já sonham em trazer as famílias pra cá. Com determinção, eles sabem que podem garantir o futuro aqui.
Com a palavra (Thiago Scuro - Gerente executivo do Audax-SP)
"Cheguei no Haiti e me deparei com um pais destruído. No meio dessa adversidade, encontrei o Pérolas Negras, com centro de treinamento equipado com campos, academia, escola e profissionais desenvolvendo o trabalho de formação do cidadão e atleta. Queremos dar sequência deste trabalho no Brasil.
Com aval do Pérolas, defini a vinda do Ricardo e do Fenelon para o Audax. Espero que eles possam aproveitar ao máximo essa experiência de vida e esportiva."
Viva Rio no Haiti
Projeto
Desde 2004, a ONG participa de uma missão de paz no Haiti. A instituição já promoveu a assinatura de cinco acordos de paz entre grupos rivais e desenvolve programas nas áreas de segurança, educação, saúde, meio ambiente, cultura e esporte.
Pérolas Negras
Na área esportiva, o Viva Rio adminstra a Academia de Futebol Pérolas Negras, que conta com três parceiros: Fifa, Federação Haitiana de Futebol e Audax-SP. A ideia é formar novos talentos dentro do futebol.
LANCEPRESS! - 04/10/2012 - 00:01
Rio de Janeiro (RJ)
A situação de Adriano deixou de ser uma questão esportiva. Transformou-se num drama humano. O Imperador, como revelam depoimentos
de amigos e parentes publicados por este LANCE! na edição de quarta-feira, não consegue mais controlar os impulsos. Trata-se de uma pessoa doente, que, nos já raros momentos de lucidez, até se mostra disposto a continuar. Mas que sucumbe aos próprios conflitos.
Adriano merece todo tipo de ajuda. Ao decidir mantê-lo no Flamengo – já tinha recebido carta branca da presidente Patricia Amorim para romper o contrato do jogador após mais uma falta injustificada –, Zinho com certeza focou o homem, o ídolo ferido. Não necessariamente ainda conta com a recuperação do atleta.
Desde que ele teve o contrato com o Corinthians rescindido por indisciplina – as mesmas que comete agora na Gávea –, o Flamengo deu a Adriano um campo para treinar, um centro médico para se cuidar, ofereceu profissionais de qualidade da equipe do doutor Runco para tratá-lo. E sem rece ber nada em troca.
Foram atitudes justificáveis, um reconhecimento ao passado e uma aposta no futuro de alguém que há tão pouco tempo teve papel importante na conquista do hexacampeonato brasileiro.
O que não parece lógico é que, com as indefinições sobre a carreira do Imperador – que não começaram essa semana –, o Flamengo tenha assinado com ele um contrato de trabalho. Ainda que seja um contrato de risco, com cláusulas bem amarradas de rompimento, Adriano não faz nada que justifique receber R$ 50 mil mensais do clube.
O que Zinho e os dirigentes rubro-negros, por mais bem intencionados que estivessem, não perceberam é que o vínculo, ao contrário de ajudar, voltou-se contra Adriano. Ter obrigações contratuais a cumprir, no momento turbulento por que passa, é uma pressão a mais que recai sobre os ombros do Imperador. Um motivo a mais para cobranças que, claramente, ele não tem mais condições de suportar.
A decisão do clube de colocar agora um psicólogo para atender o jogador – talvez um último esforço na tentativa de resgatar o homem e o atleta – é acertada. É um gesto de boa vontade, ainda que de retorno incerto. O que Adriano precisa, nos estertores da luta pela sobrevivência esportiva, é este tipo de suporte. Não de um salário mensal. Que, ao frigir dos ovos, pouca diferença faz na conta bancária dele.
LANCEPRESS! - 03/10/2012 - 12:13 São Paulo (SP)
A Pluri Consultoria, empresa especializada em estudos dos clubes de futebol, publicou nesta terça-feira o ranking de transparência dos clubes brasileiros e o Corinthians aparece na primeira posição, com direito a receber o prêmio de Clube mais transparente do Brasil em 2011.
O Corinthians recebeu 97 pontos e ficou à frente de Santos (89), Fluminense (81) e Palmeiras (63). O Flamengo, clube de maior torcida do país, aparece apenas na 15ª posição, com 33 pontos. A instituição analisou os 32 clubes de maior torcida no país, de 10 estados diferentes.
O ranking foi baseado em 14 critérios, como disponibilidade do balanço no site oficial do clube, o histórico da publicação dos balanços, se o clube disponibiliza a posição dos auditores e se publica renatório anual e Política de Governança, bem como o estatuto do clube, entre outros pontos.
| RANKING DE TRANSPARÊNCIA DOS CLUBES BRASILEIROS | ||||||
| 1) Corinthians - 97 2) Santos - 89 3) Fluminense - 81 4) Palmeiras - 63 5) Coritiba - 57 6) Atlético-PR - 53 7) Vasco - 51 8) Botafogo - 48 | 9) São Paulo - 45 10) Grêmio - 44 10) Paraná - 44 12) Avaí - 40 12) Vitória - 40 14) Internacional - 35 15) Flamengo - 33 16) Cruzeiro - 30 | 16) Figueirense - 30 18) Atlético-MG - 28 19) Portuguesa - 25 20) Atlético-GO - 20 20) Náutico - 20 20) Ponte Preta - 20 23) Santa Cruz - 15 24) Goiás - 10 | 24) Sport - 10 26) Remo - 5 27) Fortaleza - 3 28) Bahia - -5 28) Guarani - -5 28) Paysandu - -5 28) Vila Nova - -5 32) Ceará - -15 | |||
- Quanto mais transparente é a instituição, mais confiança o mercado tem nela, e com isso mais predispostos os agentes estarão a fazer negócios com ela, desde investidores e patrocinadores até os próprios jogadores - explica o documento.
Se comparado com a situação dos gigantes europeus, o Corinthians ficaria atrás de Arsenal (119 pontos), Borussia Dortmund (116), Juventus (108), Manchester United (103), Barcelona (102) e Bayern de Munique (100), mas à frente do Real Madrid (75). O Milan, com 45 pontos, ficaria apenas na nona posição no Brasil, empatado com o São Paulo.
Rafael sentiu dores na derrota para o ASA
(Foto: Savio Hermano / Globoesporte.com)
Os volantes Bruno e Rodrigo Thiesen e o zagueiro Rafael sofrem com o mesmo problema. Os três jogadores do Avaí sentem dores na coxa direita. Eles farão exames de ultrassom para detectar a gravidade da lesão, até sexta-feira. Deles, Rafael é o que mais preocupa, já que deixou o campo na derrota para o ASA, na terça-feira, era titular e capitão.
Na próxima partida do clube na Série B do Campeonato Brasileiro, no sábado seguinte contra o ABC, Bruno vai cumprir suspensão. Rodrigo Thiesen pode ser substituto caso seja liberado pelo departamento médico.
Porém o técnico Argel Fucks deve ganhar mais uma opção para jogar na meia cancha azul e branca. Diogo Orlando já está recuperado de lesão e voltou aos treinos normalmente. Este deve ser o caminho do goleiro Diego nos próximos dias. O arqueiro está fora da equipe deste a 19ª rodada, quando sentiu um estiramento na coxa. Desde então, Moretto é o titular na meta avaiana.
O departamento médico do Avaí ainda trata do zagueiro Leandro Silva que segue em recuperação do rompimento de ligamentos do joelho direito.
Mika: "Vamos até o final acreditando no acesso"
(Foto: Alceu Atherino, Divulgação / Avaí FC)
Se a matemática permite ainda é possível sonhar. O Avaí agora está nove pontos atrás do São Caetano, mas já esteve seis atrás do quarto colocado do G-4 da Série B do Campeonato Brasileiro. Com dez jogos ainda pela frente na competição, o volante Mika se agarra aos números para manter a esperança avaiana de voltar à primeira divisão do futebol nacional.
— Ainda não desistimos. Matematicamente ainda temos chances, então vamos até o final acreditando no acesso. Temos que pontuar em casa e buscar fora de casa também. São sete vitórias e a gente tem cinco partidas na Ressacada. Temos que fazer nosso dever de casa e vencer confrontos diretos fora, como contra Atlético-PR e Ceará, que poderão ser muito importantes — explica o volante.
Para ajudar o time nesta busca, Mika também espera contar com uma mãozinha dos adversários. Os avaianos lutam pelas sete vitórias e também torcem contra os rivais para amenizar a dura caminhada. Principalmente porque Goiás e São Caetano, terceiro e quarto colocados, venceram na abertura da 28ª rodada.
— Os adversários ganharam e voltamos a ter nove pontos de diferença. Mas o momento não é muito de olhar para a tabela. É de fazer o nosso papel e conseguirmos vitórias. Tem que ser jogo a jogo e dar uma secadinha, com certeza.
Depois da derrota por 1 a 0 para o ASA, em Alagoas, o elenco principal do Avaí voltou aos trabalhos. Nesta quinta-feira, os jogadores que atuaram em Arapiraca fizeram um trabalho regenerativo nas banheiras da Ressacada. Os demais jogadores estiveram em um dos campos de grama sintética ao lado do estádio, com o técnico Argel Fucks.
O Leão catarinense tem mais de uma semana para se preparar para o próximo embate na Série B do Campeonato Brasileiro. O Avaí vai enfrentar o ABC no sábado, às 16h, na Ressacada. Enquanto isso, é hora de corrigir os erros no longo período que o time tem para se preparar antes do jogo da 29ª rodada.
Para Mika, o período de intervalo será positivo para descanso. Segundo o jogador, a equipe vinha de uma sequência pesada de jogos e agora terão tempo para assimilar melhor o trabalho do treinador Argel
– Esses dias que vamos ter para trabalhar serão muito bons. Será um tempo para corrigir os erros e o pessoal conhecer melhor o trabalho do Argel, para ele corrigir algumas coisas que ele detectou de errado na equipe. Período para descansar um pouquinho, porque a gente veio de uma sequência pesada de jogos. Bom também para nos recuperarmos para que no próximo jogo consigamos a vitória.
Para sexta-feira, a programação avaiana prevê treinamento em dois períodos. No matutino, todo o grupo faz um trabalho técnico, e no vespertino será de preparação física.
Lincoln recorda da época de Avaí para orientar os
atletas (Foto: Gabriel Hamilko / GloboEsporte.com)
O meia Lincoln é um dos líderes mais ativos entre os jogadores do Coritiba, e pode ser um bom porta-voz para orientar o time a lidar com a pressão da zona de rebaixamento. O Alviverde paranaense não está entre os quatros últimos, mas a distância é de apenas dois pontos. Uma derrota para a Ponte Preta pode significar a entrada no Z-4 e mais pressão na reta final da competição.
No ano passado, Lincoln já passou por uma situação mais desesperadora, quando atuou pelo Avaí. O jogador lembra que, enquanto esteve em Florianópolis, o time catarinense só ficou uma rodada fora da zona de rebaixamento. Por isso, fala com propriedade sobre como lidar com o psicológico e não perder a confiança.
- Eu nunca tinha passado por isso, mas no ano passado, o Avaí passou boa parte do campeonato na zona do rebaixamento, após a minha chegada. Eu só disputei o segundo turno lá. É uma coisa chata. Viver uma situação assim é ruim.
Segundo ele, ajuda o fato do Coritiba estar de fora do grupo do rebaixamento. O conselho que Lincoln dá é que será preciso fazer valer a vantagem de jogar em casa contra a Macaca. Para o jogador, é preciso aproveitar que o Coxa só depende dos próprios resultados.
- A situação que a gente se encontra aqui não é o lugar certo para o Coritiba. Com a experiência, o que eu posso dizer é que, quando entra (na ZR) é mais difícil do que agora, quando há oportunidade de vencer e subir. Hoje dependemos de três ou quatro resultados. Quando entra na zona de rebaixamento, começa a depender de seis, sete, até oito jogos. Começa a ficar complicado.
Coritiba e Ponte Preta se encontram no estádio Couto Pereira, às 20h30m (de Brasília) na quinta-feira. O Coxa está em 16º lugar, com 29 pontos somados.
Argel criticou o gramado de Arapiraca
(Foto: Alceu Atherino, Divulgação / Avaí FC)
A pouca criatividade, os erros no momento da finalização e a condição do gramado foram alguns dos motivos encontrados pelo técnico Argel, após a derrota do Avaí para o ASA. Além disso, o treinador defendeu o grupo de jogadores em relação a postura apresentada dentro de campo. Com o resultado negativo, o Avaí ficou distante nove pontos do G-4.
Após o jogo Argel criticou duramente o gramado do estádio de Arapiraca e ressaltou que as condições apresentadas prejudicaram a atuação dos jogadores.
—Nós jogamos em campo que não dá para comparar com o nosso. Nosso time é um time técnico. A primeira dificuldade que encontramos aqui foi o campo. O campo é pesado, duro, irregular. Não estou tentando arranjar desculpa. Nós aqui só conseguimos usar a vontade, o campo aqui não deixou a gente usar a técnica — falou Argel.
Em relação ao ataque que passou em branco, o treinador defendeu o grupo de atacantes e enxerga que a equipe está criando, porém, no momento da finalização falta tranquilidade aos atletas.
— São os jogadores que nós temos. Eu confio neles. Não vejo outras equipes com um leque de atacantes que nós temos. O importante é que o time está construindo, está produzindo. Mas a bola não está entrando. Vamos trabalhar nesses próximos dias o setor ofensivo, para que eles tenham a tranquilidade de fazer o gol — contou.
Para Argel, em comparação com o resultado positivo sobre o líder Vitória, na rodada anterior, o comandante do Leão entende que não houve mudança de postura.
— Todos que estiveram em campo jogaram sério, correram, deram duro. Não vejo problema de postura. No jogo contra o Vitória usamos a técnica e a vontade. O futebol é assim. Por uma desatenção a gente acaba perdendo. Mas eu vi uma equipe com um brilho muito grande e uma determinação muito grande — ressaltou.
O Avaí volta a jogar na 29ª rodada da Série B, no dia 13 de outubro. O Leão recebe o CRB, na Ressacada, no sábado, às 21h.
Emerson Nunes comanda treino na Ressacada
(Foto: João Lucas Cardoso / globoesporte.com)
Enquanto os titulares do Avaí descansaram, se recuperando da viagem, nesta quarta-feira, os jogadores que não atuaram na derrota para o ASA, de 1 a 0, fizeram um treino leve comandado pelo auxiliar técnico Emerson Nunes. A equipe se reapresenta completa na quinta-feira, para um trabalho sob o comando de Argel Fucks.
Além de ficar mais longe do sonho da Série A de 2013, a derrota em Arapiraca pode ter dado outra preocupação aos torcedores avaianos. O zagueiro Rafael, que vinha fazendo uma boa sequência de jogos, saiu com dores e é dúvida no elenco da Azurra. O atleta segue em observação, mas o quadro clínico só será divulgado na reapresentação da equipe na manhã de quinta-feira.
O auxiliar Emerson Nunes comandou um trabalho tático e físico, de intensidade leve com os jogadores que não viajaram para Alagoas. O objetivo e matê-los preparados para suprirem, caso seja necessário, na sequência do longo campeonato.
O Avaí volta a jogar no sábado, dia 13 de outubro, pela 29ª rodada da Série B. O adversário vai ser o CRB, na Ressacada, às 21h. O time alagoano é o 16º colocado, com 28 pontos, está perto da zona de rebaixamento, mas ainda joga pela 28ª rodada contra o América-RN nesta sexta. O Leão catarinense tem 43 pontos, ocupa a sétima posição, pode terminar a rodada em nono e está nove pontos atrás do último colocado do G-4.
Thiago Tavares já está em Minneapolis, nos Estados Unidos, onde enfrentará o americano Dennis Halmann, no UFC: Pezão x Browne, que acontece na próxima sexta-feira. O lutador brasileiro postou uma foto em sua página do Twitter onde aparece deitado em sua cama, com a visão da sua famosa bandeira do Avaí, da qual já comemorou diversas vitórias no UFC.
Thiago Tavares deitado na cama do hotel com a visão da bandeira do Avaí (Foto: Reprodução/Twitter)
O atleta é torcedor e também é patrocinado pelo clube de Santa Catarina. Inclusive, Tavares já teve a oportunidade de ser homenageado na Ressacada, estádio do Avaí, abraçado na bandeira do seu time de coração. O lutador assinou o contrato de patrocínio com o clube em outubro de 2011, exatamente um ano atrás.
- Descansando no quarto do hotel, vendo TV e ao lado a bandeira do Leão da Ilha! - escreveu Tavares em sua página no Twitter.
Thiago Tavares conta com 17 vitórias em sua carreira e somente quatro derrotas, todas elas pelo UFC, diante de Tyson Griffin, Matt Wiman, Kurt Pellegrino e Shane Roller. O peso-leve é um dos lutadores brasileiros mais antigos na organização e soma também sete vitórias e um empate no UFC, diante de Nik Lentz. Com duas vitórias seguidas, Tavares pretende conquistar sua maior sequência de resultados positivos no UFC.
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Dennis Halmann é um dos lutadores mais experientes do quadro do UFC. O americano conta com 51 vitórias e 14 derrotas em sua carreira no MMA. No UFC, Halmann conta com quatro vitórias, sendo uma delas diante do "Hall da Fama" do UFC, Matt Hughes, e cinco derrotas. Hallman vem de uma vitória sobre o canadense John Makdessi.
Volante Bruno está suspenso no Avaí
(Foto: Alceu Atherino, divulgação / Avaí FC)
Para a partida contra o CRB, o técnico Argel não poderá contar com o volante Bruno. O jogador recebeu o terceiro carão amarelo na derrota para o ASA, de Arapiraca, e desta forma está suspenso.Com isso, o treinador deve optar por Rodrigo Thiesen para formar o meio de campo da equipe.
Esta é a quinta vez na Série B que Bruno é suspenso. O volante acumula dois cartões vermelhos e nove amarelos na competição.
No entanto, Argel terá tempo para pensar em qual melhor formação para voltar a vencer na competição. O Avaí, volta a jogar, na 29ª rodada da Série B, no dia 13 de outubro. O Leão recebe o CRB, na Ressacada, no sábado, às 21h.
Com o revés para o ASA, por 1 a 0, e equipe catarinense permaneceu com 43 pontos, na sétima colocação da tabela, a nove pontos do G-4.
Mesmo com a derrota por 1 a 0 para o ASA, pela 28ª rodada da Série B do Brasileirão, o técnico Argel Fucks elogiou a postura dos jogadores do Avaí em Arapiraca. O gol sofrido após a cobrança de escanteio, mostrou a falta de atenção do grupo no início da partida. No entanto, os jogadores lutaram até o fim, criando jogadas que não deram frutos.
Após a partida, ainda no calor do jogo, Argel parabenizou o elenco avaiano que teve uma postura ofensiva e não desistiu da partida até o apito final. Na visão do treinador, o time jogou bem, mas resultados adversos em boas atuações fazem parte do futebol.
— O resultado é ruim, né? O time brigou, lutou, usamos nosso banco. Tivemos uma desatenção com três ou quatro minutos de jogo e pagamos caro. Mas, claro, tivemos quatro ou cinco oportunidades claras para empatar, para virar o jogo. É normal, principalmente no segundo tempo. Só uma equipe jogou porque a outra estava satisfeita com o resultado. A nossa equipe está de parabéns porque lutou muito, correu muito, mas o resultado não foi o que nos interessava — disse o técnico da equipe Azurra.
O Leão da Ilha de Santa Catarina permaneceu com 43 pontos e pode ver os concorrentes à vaga no G-4 se distanciarem até o fim da rodada. O próximo desafio do Avaí é no sábado, dia 13, na Ressacada. O adversário é o CRB, pela 29ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
A primeira Copa do Brasil Sub-20 tem seus primeiros jogos nesta terça-feira. Em Campinas, a Ponte Preta recebe o Vasco, às 19h (o SporTV transmite a partida ao vivo). Às 20h, o Avaí mede forças com o Corinthians, em Florianópolis. A competição reúne 32 times e vale ao campeão e ao vice vagas na Libertadores Sub-20 de 2013.
O formato é o mesmo utilizado na Copa do Brasil dos profissionais: são confrontos mata-mata, definidos em jogos de ida e volta. Gol fora de casa é critério para desempate. Apenas nesta primeira fase, os times que vencerem a primeira partida por dois ou mais gols de diferença fora de casa eliminam a necessidade do jogo de volta.
Estão aptos a jogar a Copa do Brasil Sub-20 atletas nascidos até 1992.
Confira todos os jogos de ida da primeira fase:
Terça, 02/10
19h - Ponte Preta x Vasco (Moisés Lucarelli)
20h - Avaí x Corinthians (Ressacada)
Quarta, 03/10
16h - Guarani x Cruzeiro (Brinco de Ouro)
19h - Goiás x Santos (Hailé Pinheiro)
20h - Coritiba x São Paulo (Couto Pereira)
Sábado, 06/10
16h - Figueirense x Internacional (Orlando Scarpelli)
16h - Boa Esporte x Bragantino (Melão)
16h - América-MG x Vitória (Arena do Jacaré)
Terça, 09/10
20h - Náutico x Fluminense (Carneirão - Vitória de Santo Antão)
Quarta, 10/10
16h30m - Sport x Botafogo (Luiz Lacerda - Caruaru)
19h - ABC x Bahia (Frasqueirão)
16h - Paraná x Grêmio (Durival de Brito)
20h20m - Ceará x Flamengo (Presidente Vargas)
Terça, 16/10
16h - Atlético-GO x Palmeiras (Antônio Accioly)
20h - Portuguesa x Atlético-MG (Canindé)
Quarta, 17/10
21h - Guaratinguetá x Barueri (Dario Leite)
Os objetivos são distintos até às 19h30m. Quando Márcio Chagas da Silva trilar o apito no Municipal de Arapiraca, nesta terça-feira, ASA e Avaí correm atrás do mesmo: gols que resultem em vitória. O time alagoano espera que depois do confronto não lamente a quarta partida sem vencer na Série B do Campeonato Brasileiro. Já os catarinenses querem que nova fase seja decretada a partir de um triunfo fora de casa.
O ASA está seis pontos a frente da zona de rebaixamento da competição. A distância era maior, mas foi reduzida diante da escassez de vitórias do time comandado pelo técnico Nedo Xavier. A última vitória foi quando fez 1 a 0 sobre o também catarinense Joinville, igualmente no Municipal de Arapiraca, na 24ª rodada. Nos três jogos seguintes, empatou uma vez, 1 a 1 com o ABC, na última partida.
Já o Avaí tem outro flerte: com o G-4 do campeonato. O time azul e branco busca esta condição desde as primeiras rodadas da Série B — já esteve perto, mas jamais entrou na zona de classificação que leva à primeira divisão nacional. No momento, a distância encolheu diante da possível nova fase do clube. Há duas rodadas o técnico Argel Fucks surgiu na Ressacada e reavivou as esperanças avaianas. Foram duas vitórias e a nova fase pode ser confirmada com uma vitória longe de Florianópolis.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha, em Tempo Real, a partida desta terça-feira, a partir das 19h (horário de Brasília).
Avaí venceu a partida no turno por 2 a 0, na Ressacada (Foto: Futura Press)
ASA luta contra o tempo
Para o jogo contra o Leão catarinense, o departamento médico do ASA luta contra o tempo para tentar recuperar vários jogadores que estão lesionados. Após sentirem cansaço muscular, o meia Didira e o zagueiro Audálio fazem um trabalho de reforço, mas não preocupam. Já o lateral Chiquinho Baiano, que se recupera bem de uma fadiga muscular na coxa esquerda, deverá ficar à disposição do técnico Nedo Xavier para o confronto contra o Avaí. O mesmo acontece com o zagueiro Edson Veneno, cuja lesão também na coxa esquerda apresenta boa evolução, segundo o médico Helly Carlos.
Uma ausência já confirmada é o volante Cal, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Para o seu lugar, o treinador está na dúvida entre Geovane e Jorginho. Já o atacante Rogério Maranhão, com uma grave contratura, continua vetado, assim como Gabriel, que operou o joelho direito na semana passada e não joga mais este ano. Após sofrer uma ruptura muscular, o zagueiro Wallyson aprimora a forma física, mas ainda não tem condições de jogo. A diretoria do clube espera contar com o apoio da torcida, já que com a reabertura das arquibancadas metálicas a capacidade do Estádio Municipal Coaracy da Mata Fonseca aumentou consideravelmente.
O provável time do ASA para a partida contra o Avaí é o seguinte: Gilson, Osmar, Audálio, Fabiano, Silvio (Edson) e Chiquinho Baiano; Jorginho (Geovane), Lucas e Didira; Alexsandro e Lucio Maranhão.
Avaí segue com base vitoriosa
O técnico Argel Fucks fez apenas um treinamento desde o 2 a 0 sobre o Vitória até o jogo desta terça-feira. Sem tempo, ele deveria optar por manter a formação vencedora do jogo de sábado, ainda mais que não tem problemas por suspensão. No entanto, o volante Bruno, que dá proteção à zaga azul, sente dores na coxa direita e sua presença no gramado só deve ser confirmada instantes antes da bola rolar. Caso contrário, o Avaí provável que entra em campo será escalado com Moretto; Arlan, Cássio, Rafael e Julinho; Rodrigo Thiesen, Mika, Pirão e Camilo; Diogo Acosta e Ricardo Jesus.
Argel coloca a escalação de lado diante da importância da partida. O treinador frisa que o mais importante é que seus comandados mantenham a postura dos últimos jogos e conquistem mais uma vitória sem passar por desespero, ainda mais que o rival estará em seus domínios.
— É um jogo difícil, duro. O ASA é muito forte lá (em Arapiraca). Já ganhou de muitos times que estão nas primeiras colocações jogando na sua casa. Então, a gente tem que trabalhar. Quando você ganha uma partida, não comemora muito. Se perdeu, também não dá para fazer uma tempestade num copo d’água. A equipe tem que ter a mesma serenidade sempre — diz Argel.
LANCEPRESS! - 01/10/2012 - 18:28 São Caetano do Sul (SP)
Pela 28ª rodada da Série B, o São Caetano recebe o Guaratinguetá no Anacleto Campanella precisando de uma vitória para não correr riscos de ser ultrapassado e perder sua vaga no G4 para o Joinville. O Azulão é o quarto colocado com 49 pontos, dois a mais que o time do Sul.
O Guaratinguetá, 17º colocado com 25 pontos, precisa da vitória para seguir na sua fuga da zona de rebaixamento. Um triunfo por três gols de diferença coloca o time à frente do CRB e fora do Z4.
ASA TENTA FUGIR DA ZONA
O ASA, 15º colocado com 31 pontos, joga em casa contra o Avaí, sétimo colocado com 43 pontos. O time de Arapiraca conta com o apoio de sua torcida para conseguir uma vitória que pode deixar a equipe nove pontos acima da degola. Enquanto o Avaí precisa vencer para continuar com esperanças de chegar ao G4. O time catarinense está seis pontos atrás do São Caetano, quarto colocado.
GOIÁS ENFRENTA DESESPERADO BRAGANTINO
No Serra Dourada, o Goiás, terceiro com 52 pontos, enfrenta o Bragantino, 18º com 24 pontos. Enquanto o Esmeraldino quer a vitória para seguir na briga pelo título, o time paulista necessita da vitória para continuar com esperanças de fugir da zona de rebaixamento. O Alvinegro está quatro pontos atrás do CRB (primeiro time fora da zona) e precisa vencer para não dar chances do time alagoano aumentar a diferença no fim de semana.
Argel Fucks: "Ninguém desaprendeu a jogar"
(Foto: Alceu Atherino, Divulgação / Avaí FC)
Desde a chegada do técnico Argel Fucks, o Avaí reduziu a distância do G-4 da Série B do Campeonato Brasileiro. Com as duas vitórias por 2 a 0 sobre Guaratinguetá e Vitória, ambas na Ressacada, o time passou de nove para seis pontos do quarto colocado da competição. Apesar da ascensão, o treinador pede ao grupo que não olhe para a tabela. O comandante quer o elenco encare uma partida de cada vez. A próxima é contra o ASA, em Arapiraca, às 19h30m desta terça-feira.
— Fizemos nosso dever de casa (contra o Vitória) e agora é pensar no próximo jogo, na próxima decisão que a gente tem. O mais importante neste momento é você não olhar a tabela e focar jogo a jogo.
Na partida desta terça-feira, o treinador do Avaí projeta osso duro. Das nove vitórias que ASA tem, sete foram conquistadas no Coaracy Fonseca, o Municipal de Arapiraca. Argel não quer euforia dos jogadores azurras pela vitória sobre o líder da Série B e pede tranquilidade.
— É um jogo difícil, duro. O ASA é muito forte lá (em Arapiraca). Já ganhou de muitos times que estão nas primeiras colocações jogando na sua casa. Então, a gente tem que trabalhar. Quando você ganha uma partida, não comemora muito. Se perdeu, também não dá para fazer uma tempestade num copo d’água. A equipe tem que ter a mesma serenidade sempre.
Desde que chegou a Ressacada, o treinador trata de resgatar a confiança do time. Porém, mais do que isso, a missão é colocar o time no G-4 da Série B. Para Argel Fucks, não é complicado. Basta que o Avaí seja semelhante ao que arrancou na segunda metade do Campeonato Catarinense e terminou com o título estadual
— Ninguém desaprendeu a jogar futebol. Os jogadores compraram a ideia de voltar a ser aquele time competitivo e aguerrido que foi no Estadual e imprimir isto dentro de campo, com cada um fazendo sua função, com cada uma fazendo sua parte. Aí, automaticamente, o time cresce. São os jogadores que são as estrelas, porque eles que fazem as coisas acontecerem.
Rodrigo Thiesen é uma das opção de treinador
(Foto: Savio Hermano / Globoesporte.com)
Apesar de estar satisfeito com o desempenho do Avaí nas duas partidas em que esteve no comando, o técnico Argel Fucks pode não escalar a mesma equipe que venceu o ainda líder Vitória, no sábado. O volante Bruno viajou para Alagoas com dores no músculo adutor da coxa direita e é dúvida para o confronto desta terça-feira, às 19h30m, contra o ASA, em Arapiraca.
O médico do clube, Luiz Fernando Funchal, afirma que o jogador sente-se melhor nesta segunda-feira. Porém, a definição se pode ou não jogar ficará para o dia da partida.
— Ainda vai precisar de uma avaliação ainda nesta terça-feira. A dor persiste, apesar da pequena melhor. Esperamos que tenha condições de enfrentar o ASA. Só depois do jogo (contra o Vitória) que ele sentiu a dor. Achamos por bem trazê-lo (para Maceió) e continuar o tratamento. Será feito tratamento intensivo, com fisioterapia — relatou o médico em entrevista à Rádio CBN/Diário, de Florianópolis.
A definição de um possível substituto e da equipe fica para tarde desta segunda-feira, quando o treinador faz o último trabalho antes da partida no estádio Coaracy Fonseca, o Municipal de Arapiraca. O Avaí chegou a Maceió, capital das Alagoas, na tarde de domingo. A única atividade preparatória será no campo do CRB.
Para substituir Bruno, Argel Fucks tem Rodrigo Thiesen e Nenê Bonilha. Os dois, além de Pirão, foram os outros volantes que viajaram para Alagoas. Na relação de 19 jogadores, o único lateral-direito relacionado foi Arlan — praticamente garantido como titular diante do ASA. A ausência na lista em relação foi o atacante Evando, que ficou em Florianópolis. Em seu lugar, o treinador levou Ronaldo Capixaba.
Confira a lista de relacionados, divulgada pelo clube, para o confronto desta terça-feira.
Goleiros: Moretto e Aleks
Laterais: Arlan, Aelson e Julinho
Zagueiros: Cássio, Fred e Rafael
Volantes: Rodrigo Thiesen, Bruno, Nenê Bonilha e Pirão
Meias: Camilo, Mika e Jefferson Maranhão
Atacantes: Ricardo Jesus, Diogo Acosta, Felipe Alves e Ronaldo Capixaba
Após vencerem o Vitória por 2 a 0, na Ressacada, os jogadores do Avaí comemoraram com otimismo o resultado e a aproximação do grupo que se classifica para a Série A do Campeonato Brasileiro. Os três pontos sobre o líder deu ainda mais ânimo à equipe que conquistou nove pontos nos últimos 12 disputados. Agora o time de Florianópolis precisa tirar uma diferença de seis pontos do último colocado do G-4 para figurar entre as equipes que conquistam o acesso à elite do futebol.
Julinho, autor do segundo gol na vitória da equipe Azurra, destacou a importância de vencer o líder, que fazia uma das melhores companhas da história dos pontos corridos do Brasileirão. O lateral se mostrou satisfeito em poder colaborar com um tento para o time catarinense.
— Eu tive a felicidade de arrancar e finalizar para gol. O zagueiro acabou tirando a bola no primeiro lance, mas fui feliz no rebote e consegui ajudar a equipe. Essa vitória foi importante pois foi sobre o líder, a gente precisava buscar essa vitória — disse Julinho à radio CBN Diário.
O goleiro Moretto, por sua vez, agradeceu o apoio da torcida, que, segundo ele, foi importante no resultado positivo. O arqueiro disse também que a equipe ainda tem chance de se classificar para a Série A e não vai desistir.
— A torcida deu apoio desde o primeiro minuto, são muito importantes para a gente. Essa exibição eu tenho que agradecer ao meu preparador de goleiros, a gente trabalha muito duro durante a semana e eu divido essa vitória com o torcedor ele e o torcedor. Estamos vivos na competição, são seis pontos de diferença para o São Caetano. Temos que incorporar esse espírito de hoje em todas as partidas para lutar pelo nosso objetivo — disse Moretto.
A torcida deu apoio desde o primeiro minuto, são muito importantes para a gente"
Moretto
Outro jogador que fez questão de destacar o momento vivido pelo Leão catarinense foi o volante Mika, que tem assumido função de meia. O jogador disse que os jogos devem ser vistos como decisivos e a distância para o objetivo da temporada: o acesso, está cada vez mais próximo.
— Estamos há seis pontos do São Caetano. É buscar fora de casa independentemente do adversário, temos que ir passo a passo pois cada jogo será uma decisão.
O próximo desafio do Avaí será na terça-feira, contra o ASA, em Alagoas. O Leão é o sétimo colocado, com 43 pontos, enquanto o Fantasma ocupa a 15 posição, com 31 pontos conquistados.