domingo, 3 de fevereiro de 2013

Além de jogo suspenso, rodada em SC tem ‘rabada’ e time sem médico

As redes em Santa Catarina poderiam ter balançado mais do que as 11 vezes na quinta rodada do Campeonato Catarinense. É que em vez dos cinco jogos, apenas em quatro teve bola rolando. Por falta de condições de segurança, o estádio Renato Silveira, em Palhoça, que receberia a partida entre Guarani e Avaí, foi suspensa. Outros lances ‘diferentes’ da rodada também envolveram outra equipe da capital de SC, o Figueirense.

Torcedores aguardaram até o último instante na expectativa de poderem ver Guarani de Palhoça x Avaí (Foto: Cristina Estefano / divulgação Guarani de Palhoça)Torcedores aguardaram na expectativa de ver Guarani x Avaí (Foto: Cristina Estefano / SER Guarani)

A partida entre Guarani e Avaí, em Palhoça, foi impedida de acontecer. Na manhã de domingo, a juíza Cintia Werlang expediu liminar que determinou a suspensão do confronto por falta de segurança no estádio Renato Silveira. A magistrada usou o caso da boate incendiada em Santa Maria como uma das prerrogativas para decisão. Pega de surpresa, a direção do Bugre de SC tentou reverter a situação. A definição de que realmente não haveria jogo ocorreu cerca de 15 minutos antes do horário prevista para o jogo, às 17h. Os times entraram em campo uniformizados e depois os capitães assinaram a súmula e foram embora. O Tribunal de Justiça Desportiva do estado define se haverá o confronto.

Outros dois fatos inusitados ocorreram em apenas um jogo, que envolvia um rival do Avaí. Na partida em que o Figueirense venceu o Camboriú por 2 a 0, ficou um indício da precariedade do time de laranja, candidato ao rebaixamento. Quando o atacante Clênio levou a pior ao pular para disputar a bola com um defensor, teve que ser acudido por um rival. O jogador teve a suspeita de fratura no nariz. O médico que o atendeu foi Sérgio Parucker, do Figueirense. O Camboriú não levou médico ao Orlando Scarpelli.

O segundo episódio da partida foi em jogada da ofensiva do Figueira – que ainda não marcou gol no Campeonato Catarinense. Aos 34 minutos do primeiro tempo, depois que o rival Clênio deixou a partida, Danilinho colocou para o camisa 9 Marcelo Toscano. A pinta do atacante goleador foi até o corte nos marcadores na sua frente. Com a canhota, Toscano tentou o tiro, mas ‘rabou’ em bola. O arremate foi torto e lentamente cruzou a linha de fundo.