| Estatísticas do jogo | ||
|---|---|---|
| FIG | AVA | |
| Finalizações | 10 | 11 |
| Arremates ao gol | 3 | 6 |
| Faltas cometidas | 16 | 14 |
| Escanteios | 13 | 5 |
| Defesas difíceis | 2 | 0 |
| Cartões amarelos | 1 | 3 |
| Impedimentos | 0 | 3 |
No campo do Figueirense, o domínio das ações foi dos donos da casa. No entanto, a vitória dos anfitriões, por 1 a 0, teve mais finalizações do Avaí. Principalmente nos arremates que tiveram a direção do gol. O Leão catarinense mandou seis vezes a bola na trajetória que poderia terminar na rede. O Figueira fez a metade. No entanto, foi o único que balançou o barbante.
Em número de finalizações, Figueirense e Avaí se equipararam. Foram seis tiros alvinegros (somente um na direção do gol) no primeiro tempo, contra cinco azurras na primeira etapa (três no caminho das redes). No segundo tempo, o Leão mandou três vezes na direção do arco, sendo duas seguidas nos acréscimos. O Figueirense apenas duas. Uma delas o gol do zagueiro Douglas.
Ao todo, foram 10 finalizações do Figueirense. E apenas três tiveram a direção do barbante. O Avaí mandou 11 vezes. Seis delas rumo ao fundo da rede, mas todos bloqueados. Entre os arremates, dois nos acréscimos, que pararam no corpo do zagueiro Douglas, sobre a linha.
Ainda que tenha cometido mais faltas, 16 a 14, o Figueirense foi mais leal. Pelo menos na interpretação do árbitro Célio Amorim, que mediou o clássico no Orlando Scarpelli. É que apenas um jogador de preto recebeu cartão amarelo (Felipe Nunes). Do Avaí, foram amarelados três (Arlan, Alef e Dinélson).
Thiego e Douglas marcam de perto jogador do Avaí, na vitória do Figueirense (Foto: Jamira Furlani / Avaí FC)