Guarani de Palhoça x Avaí, cancelado no Renato
Silveira (Foto: Jamira Furlani / Avaí FC)
O Guarani de Palhoça pode ser multado em até R$ 200 mil pela interdição, feito pela juíza Cintia Werlang, no estádio Renato Silveira, acatando denúncia feita pelo Ministério Público de Santa Catarina. A partida entre o Bugre e o Avaí, pela quinta rodada do Catarinense, foi suspensa no domingo após liminar deferida pela juíza. Nesta quinta-feira, dia 7, às 20h, o Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina (TJD/SC) vai julgar o caso.
Segundo o relato do árbitro da partida em Palhoça, Rodrigo D’Alonso Ferreira, em súmula, a partida não foi realizada por falta de segurança. O Tenente-coronel da Polícia Militar de Santa Catarina Sr. Áureo não garantiu a segurança de jogadores, e árbitros que trabalhariam na partida no Renato Silveira.
O Guarani foi citado em dois artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). No primeiro, artigo 211, por ‘Deixar de manter o local que tenha indicado para realização do evento com infra-estrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança para sua realização’. O Bugre foi citado também no artigo 203, por ‘Deixar de disputar, sem justa causa, partida, prova ou o equivalente na respectiva modalidade, ou dar causa à sua não realização’.
Pelo primeiro artigo, o Guarani pode ser multado entre R$ 100 até 100 mil, além da interdição do estádio. Pela segunda infração, o Bugre pode receber nova multa de mesmo valor e perder a partida não realizada por WO. Neste caso, se for constatada a infração do Guarani, o Leão é considerado vencedor da partida e soma os três pontos na tabela de classificação.