Após a derrota por 1 a 0 para o JEC, na Arena Joinville, os jogadores do Avaí minimizaram a questão do pênalti marcado para o adversário. Para os atletas do Leão da Ilha, o fator da derrota foram os gols perdidos. O time da capital teve várias chances de abrir o placar, durante a partida, mas falharam nas finalizações e foram punidos pelos donos da casa.
O Zagueiro Renato Santos, que no fim da partida tomou o primeiro cartão amarelo em 35 atuações, explicou que o pênalti não foi determinante na partida. A questão foi a falta de capacidade do Avaí de colocar a bola nas redes.
— Não foi pelo pênalti que o Avaí perdeu. Tivemos várias chances e não fizemos o gol. No futebol, sabe com é: quem não faz, a bola pune — lamentou o zagueiro.
Cleber Santana teve boa participação, mas também desperdiçou uma oportunidade: aos 28 do segundo tempo, Diogo Acosta fez ótima jogada pela esquerda e cruzou para o meia, que sozinho, quase na pequena área, cabeceou para fora. O camisa 10 do Avaí também apontou o baixo aproveitamento como fator crucial da derrota.
— O Joinville não teve nenhuma chance de gol. A que teve foi de pênalti e eles fizeram. Nós tivemos umas cinco bolas, ou seis, claras, e não fizemos. No futebol é assim: quem não faz, leva.
A melhor chance desperdiçada pelo Avaí foi do laterla Wagner Diniz, aos 49 minutos do segundo tempo. O lateral invadiu a área, cortou o zagueiro e, ao invés de chutar para o gol, tentou o passe para o meio. A bola ficou nos pés da zaga do Joinville.
Criando menos jogadas, o Joinville conseguiu um gol de pênalti, cobrado por Ricardinho, no segundo tempo. O JEC segurou o resultado e garantiu os três pontos.
O próximo desafio do Avaí é na terça-feira, às 19h30min, na Ressacada, contra o Ipatinga, pela 24ª rodada da Série B do Brasileirão. O Joinville viaja para Alagoas e enfrenta o ASA, também na terça, às 19h30min.