Cleber Santana quer mais movimentação no Avaí
(Foto: Savio Hermano)
No último dia de preparação para enfrentar o América-RN, na Ressacada, Cleber Santana mostra otimismo e valoriza a boa campanha em casa. No entanto, o meia afirma que o Avaí precisa trabalhar mais a movimentação no ataque para evitar a marcação. O camisa 10 também explica que a possível entrada de Camilo não altera o jeito de jogar.
Cleber Santana acredita que o Leão da Ilha deve controlar os jogos em Florianópolis se quiser garantir o acesso. O jogador destacou que uma boa campanha em casa é necessária para que o clube atinja os objetivos.
— Dentro da nossa casa, dentro do nosso domínio, temos que matar os adversários. Na serie B não tem jogo fácil, mas temos que conseguir as vitórias — falou.
Cleber também explicou as questões táticas de uma mudança no meio campo, com Camilo. Para o camisa 10, a entrada não vai alterar o estilo de jogo dele, nem do time. O jogador também destacou que espera um jogo difícil contra o América-RN, um concorrente direto à vaga no G-4.
Dentro da nossa casa, dentro do nosso domínio, temos que matar os adversários"
Cleber Santana
— A entrada do Camilo não muda praticamente nada. A equipe fica forte. A gente tem que procurar trabalhar a bola. Sabemos que é um jogo difícil, mas, para mim, não muda praticamente nada no jeito de jogar — disse.
Cleber Santana garantiu fazer o máximo pela equipe e só assim espera conquistar a vaga na Série A. Para ele, não importa a posição ou as orientações táticas. Os jogadores precisam se esforçar para serem perfeitos em campo.
— Vou procurar fazer o que eu vinha fazendo, vou dar o meu melhor para conseguirmos os nossos objetivos. O Hemerson às vezes trabalha com um quadrado, e outras ele faz um losango e me deixa ali como primeiro homem do meio-campo, na frente. Mas no jogo não muda praticamente nada. Até porque eu consigo, no jogo, ir para o lado esquerdo, ir para o lado direito, para sair da marcação — afirmou o camisa 10 do Leão da Ilha.
Cleber Santana disse que essa característica de conseguir, numa mesma partida, jogar cada hora em um setor é que pode ser o diferencial. O time precisa se movimentar para dificultar a marcação adversária, e, assim, conquistar os pontos que estão faltando para a classificação.
— Eu converso muito com os meias e com o próprio Hemerson. As vezes quando nos vemos em marcação individual, como em quase todos os jogos estava tendo, a gente tem que se movimentar, conversar e vir os volantes de trás para que a gente possa criar espaços e oportunidades. Quando jogamos de um jeito mais estático, comigo só do lado direito e o Camilo só do lado esquerdo, fica mais fácil para os volantes que estão marcando —
explicou o meia.